quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Paixão desmesurada


Paixão, paixãão, não vais fugir de mim!
Serás, paixãão, até ao fim.
Te quiero mucho, mucho,.....
Te amo, bambino.....

"Procuro os teus lábios ardentes
E perco-me na noite escura
Vejo-te em cada sonho
A percorrer a minha loucura"

"Não sei que vontade é esta de escrever,
Não sei que vontade é esta de te ler,
Não sei que vontade tenho em mim...
Se a minha vontade é de te ter!"

"Trepa o meu pé-de-feijão; amo-te para onde quer que me leves: eu, bela curiosa, formosa e segura, no castelo do monstro, no chão da casa feita de massapão, no emaranho do bosque, a caminho do nunca (e não digas que não queres, que se te cresce o nariz). Escondo-me por detrás do capuz e finjo ignorar-te, lobo esfaimado, ao cruzar a floresta, ao cruzar-me contigo. Crava-me aos solavancos numa abóbora com rodas puxada a ratos, depois da meia-noite; trinco a maçã, pico-me na roca e durmo cem anos, para que me beijes a boca sem eu poder dizer não. E, por minutos, num reino longínquo de fantasia, sejamos reais e felizes para sempre."




"Apesar de tudo, longe, e nunca estiveste tão perto. Sonhos molhados pelas franjas da madrugada fora, as unhas roídas de espanto e um refrão pimba que me borbulha na língua e me ajuda a transpor as estafetas da tarde. Longe, e nunca estiveste tão perto, apesar de tudo. Sonhos na verdade encharcados e um riso alargado no escuro, daqueles que rasgam a fímbria da manhã, dedos que brincam nos recantos do corpo e que acostam, distraídos, nas margens da pele, e aquela canção que me apazigua os sentidos, seguida de uma outra, que os alvoroça. Longe e, apesar de tudo, nunca estiveste tão perto."

Hoje não consegui exprimir mais do que o aquilo que li. Estou a perder-me neste amor que insiste em fugir...
Vá não fujas e abraça-me assim que me vires, seja onde e quando tiver de ser!

Beijos, beijos, beijos,.....

Aquela que continua a amar-te à tua espera!...

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